Cerca de 5.000 militares norte-americanos enfrentam desgaste extremo a bordo do porta-aviões USS Abraham Lincoln, que está há quase nove meses longe dos Estados Unidos e sem uma data confirmada para o regresso.
Segundo relatos divulgados por meios de comunicação internacionais, a tripulação enfrenta escassez de água, falta de alimentos frescos, dificuldades para lavar roupa, problemas de comunicação com familiares e longos períodos em alerta de combate.
Familiares de militares também relatam casos preocupantes de tentativas de suicídio e automutilação entre alguns tripulantes. Uma agência estatal iraniana chegou a alegar a existência de motins com mortos e feridos, mas essa informação não foi confirmada por fontes independentes.
Desde a partida de San Diego, em novembro de 2025, o porta-aviões teve apenas duas escalas, em Guam e Omã, e apenas uma pequena parte da tripulação conseguiu desembarcar.
Cerca de 200 familiares já exigiram respostas da Marinha dos EUA. As autoridades garantem que existem médicos, profissionais de saúde mental e capelães a bordo, enquanto o USS Theodore Roosevelt está a ser preparado para uma possível substituição.
O principal problema, porém, continua sem resposta: quando os cerca de 5.000 militares poderão finalmente regressar a casa?
